Norte da Argentina: 7 razões para fazer da região o seu próximo destino

Cerro de los Siete Colores Purmamarca Jujuy Argentina shutterstock 2059265789

Prepare a câmera, porque nos arredores de Purmamarca, em Jujuy, região do norte da Argentina, o Cerro de los Siete Colores esbanja beleza | Crédito: Shutterstock

Mirador Tres Cruces Quebrada de las Conchas Argentina Credito Bruna Dinardi

Paisagens de tirar o fôlego, gastronomia de primeira e vinhos premiados: o norte da Argentina vale a pena | Mirador Tres Cruces, na Quebrada de las Conchas, entre Salta e Cafayate | Crédito: Bruna Dinardi

Existem lugares dos quais todo mundo já ouviu falar: Paris, Orlando, Rio de Janeiro, Buenos Aires. Você pode até não conhecê-los pessoalmente, mas já foi reunindo informações aqui e ali ao longo da vida e, por isso mesmo, sabe mais ou menos o que esperar de cada um deles. Porém, esse mundão ainda é cheio de surpresas – e várias delas estão reunidas em uma região que não é, assim, tão explorada pelos(as) brazucas: o norte da Argentina.

Afinal, para quais países brasileiros já podem ir?

Isso, no entanto, é só questão de tempo. E não é só porque a Argentina tem recebido cada vez mais visitantes desde a sua reabertura, no final de 2021, não. Nossos hermanos entendem bem até demais de belezas naturais e têm a seu favor algumas das rotas mais bonitas do mundo. Não à toa, motociclistas estão indo pra lá aos montes, desbravando em duas rodas a coleção de montanhas multicoloridas e de paisagens meio verdes, meio áridas que pontilham esta parte do país.

Fomos até três das províncias que desenham a região: Salta, Jujuy e Tucumán. Na volta pra casa, trouxemos na bagagem admiração e respeito por essa terra tão cheia de vida, reverência pela gastronomia fabulosa e gratidão pelo bom acolhimento dos nossos vizinhos. Tá a fim de fazer uma viagem “fora da caixa”? Então já salve este post nos favoritos, porque ele tem tudo pra ocupar um lugar especial no seu coração.

7 motivos para visitar o norte da Argentina

1. As estradas são tão instagramáveis quanto as atrações

20220427 130145

Se amarra em fotos? Pois dá só uma olhada na vista da estrada a partir do Mirante Tres Cruces | Quebrada de las Conchas, caminho entre Salta e Cafayate, norte da Argentina | Crédito: Bruna Dinardi

Nada de tirar um cochilo durante o caminho entre um destino e outro. Pelo menos não quando estiver no norte da Argentina, uma vez que o trajeto em si complementa (e muito!) os destinos.

A Rota Nacional 68, estrada que liga as cidades de Salta (a capital da província de mesmo nome) e Cafayate, passa por uma reserva natural que se chama Quebrada de las Conchas. Se preferir, pode chamar de Quebrada de Cafayate. E não encana, você não vai se esquecer desse nome depois de se deliciar com as paisagens desérticas, de terra avermelhada, salpicadas de cânions, vales e formações rochosas de todos os tamanhos.

O ideal é fazer este trajeto sem pressa, mesmo porque alguns points são paradas obrigatórias. A Garganta del Diablo é um ótimo exemplo: uma formação rochosa impressionante, resultado da erosão causada pelo vento, pela água da chuva e – acredite se quiser – pelo mar, milhões de anos atrás. Dá pra caminhar por entre as fendas e se ver frente a frente com um paredão de pedra gigantesco, uma prova silenciosa e imponente da força da natureza.

Dicas sobre a Argentina: quando ir, se precisa de passaporte e 5 destinos imperdíveis
Garganta del Diablo Quebrada de las Conchas Argentina Credito Bruna Dinardi

Dá pra caminhar por entre as fendas da impressionante Garganta del Diablo, um dos muitos destaques da Quebrada de las Conchas, no caminho que liga Salta e Cafayate, na Argentina | Crédito: Bruna Dinardi

Um pouco mais adiante na estrada, mais uma parada: El Anfiteatro. O local começa com uma passagem mais estreita, que, então, conduz para um grande “salão”, de chão plano e formato arredondado, com paredões que se fecham acima. Tá se perguntando o porquê do nome? Simples: a acústica ali é fenomenal. E é bem comum encontrar pessoas tocando algum instrumento ou cantando, o que torna a visita ainda mais marcante.

Outro trajeto cinematográfico – e você vai ver que essa palavra tem um significado todo especial pra quem visita o norte da Argentina – envolve a Quebrada de Humahuaca, na província de Jujuy. As paisagens seguem belíssimas, enfeitadas por montanhas em tons de marrom, vermelho e laranja e tombadas como Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade pela UNESCO. Um dos cartões-postais da região, inclusive, se chama La Paleta del Pintor, uma montanha que definitivamente parece ter sido pintada à mão e que rodeia o pacato povoado de Maimará.

Melhores aplicativos para viajantes: veja 9 dicas

A beleza cênica da Quebrada de Humahuaca acompanha, por exemplo, quem vai ao vilarejo de Tilcara, à cidade histórica de Humahuaca e à icônica Serranía de Hornocal, mais conhecida como Cerro de los 14 Colores. Em uma explosão de cores, derivadas da presença de diferentes minérios, a grande montanha pode ser contemplada a partir de diversos mirantes – e seu impacto parece se aprofundar com a quietude e a paz que reinam por ali.

Em Purmamarca, aliás, também em Jujuy, vale a pena encostar e observar o Cerro de los Siete Colores, cujos sedimentos têm mais de 600 milhões de anos. Ah, e aqui vai mais uma dica: visite as montanhas coloridas depois do meio-dia. Isso porque a esta hora o sol já mudou de posição (ou seja, não está mais por trás delas) e as cores ficam mais intensas.

E não se engane, pois existe mais uma porção de estradas de tirar o fôlego no norte da Argentina. Uma delas é a Ruta 40, que nasce na Patagônia, na cidade de Río Gallegos, e termina praticamente na fronteira com a Bolívia. Por cruzar o país de um extremo ao outro, atravessa 11 províncias, salares (incluindo o estonteante Salinas Grandes), reservas naturais e parques nacionais, como a própria Quebrada de Humahuaca.

2. Cafayate tem a Rota do Vinho mais alta do mundo

Bodega El Esteco Cafayate Argentina Credito Bruna Dinardi

A bodega El Esteco, em Cafayate, é o paraíso pra quem está a fim de saber mais sobre o processo de produção do vinho e participar de degustações. Afinal, o local exporta para mais de 50 países | Crédito: Bruna Dinardi

Apenas 3h de viagem (pouco menos de 190 km) separam Salta de Cafayate, nos Valles Calchaquíes. Fora a Quebrada de las Conchas, dona de um visual surpreendente, a região ganhou fama pela Rota do Vinho mais alta do mundo. Afinal, seus vinhedos estão a mais de 1,5 mil metros acima do nível do mar.

Contudo, o destino ainda vai além: se destaca pela produção da uva Torrontés, de aroma intenso, sabor frutado e com a qual se produz um vinho branco apaixonante, uma das marcas registradas da Argentina. Ao mesmo tempo, há também rótulos preparados com as cepas Cabernet Sauvignon, Syrah e Malbec, por exemplo.

Neve na Argentina: por que vale a pena conhecer Bariloche

No total, Cafayate tem pouco menos de 30 vinícolas, das quais 15, aproximadamente, são abertas para visitação e degustação. A tradição no universo da viticultura tem a ver com o combo altitude elevada, aridez extrema, amplitude térmica e o que se chama de heliofania (duração da luz solar). Em outras palavras, como a incidência de luz é extremamente alta durante o dia, isso acaba beneficiando a produção das uvas.

Mas não é só Cafayate que tem uma queda por vinhos, não! A bebida é um dos trunfos de quase todo o norte da Argentina, abastecido por vinhedos deslumbrantes também na província de Jujuy, por exemplo.

3. Você vai comer muito bem no norte da Argentina

Piattelli Wine Resort Cafayate Argentina Credito Bruna Dinardi

Não tem como negar: a carne argentina é espetacular | Restaurante do Piattelli Wine Resort, em Cafayate, Argentina | Crédito: Bruna Dinardi

Não é exagero: a gastronomia é um ponto forte em praticamente qualquer lugar do norte da Argentina. Entre os pratos mais populares, não tem como não mencionar as empanadas, com recheios de carne, frango ou humitas (à base de milho) e condimentos variados. Quase todos os restaurantes servem a iguaria – incluindo em outras regiões do país, como é o caso da capital Buenos Aires. As empanadas, servidas quentinhas, são ótimas opções de entrada.

Por outro lado, você vai ver que há diversos alimentos preparados com milho. As humitas, citadas acima, são feitas com milho ralado ou triturado e se assemelham bastante às nossas pamonhas – a maioria é cozida dentro da palha do próprio milho também. Os “pacotes” podem levar cebola, pimentão ou queijo, por exemplo, e serem cozidos no vapor, assados no forno ou fervidos na água. Geralmente mistura-se leite, manteiga ou gordura para “amaciar” o milho. Quem quiser pode fazer versões doces das humitas, mesclando açúcar e canela.

6 destinos pelo mundo que não exigem visto

Embora as humitas sejam esteticamente parecidas com os tamales, fique ligado(a): os dois pratos são bem diferentes. Enquanto dificilmente as humitas são recheadas com carne ou frango, a mesma coisa não acontece com os tamales. A massa é feita com farinha de milho e os condimentos utilizados são bem acentuados, o que torna o sabor marcante. Os tamales costumam ser preparados em folhas de milho ou de bananeira.

Humita Argentina shutterstock 406108417

As humitas são, antes de qualquer coisa, parte importante da culinária do norte da Argentina | Crédito: Shutterstock

Para coroar, os argentinos também têm uma versão da feijoada brasileira. Lá, porém, ganha o nome de locro. Trata-se de um guisado de milho que leva abóbora, feijão branco, carne de porco e molho picante de tomate. De modo geral, é uma das opções favoritas dos hermanos para celebrar feriados nacionais – e, da mesma forma que rola por aqui, o prato não é dos mais leves, viu?

A carne argentina é famosa no mundo inteiro – e quem experimenta pelo menos uma vez logo entende a razão. Sendo assim, a carne ocupa grande espaço nos menus, apesar de sempre haver alguma boa opção de frango ou peixe para quem preferir. Em compensação, se quiser uma opção diferentona, não pense duas vezes: carne de lhama. A iguaria está no cardápio de diversos restaurantes e pode ser encontrada em formas distintas, até mesmo em ceviche. E aí, você encara?

4. Salinas Grandes, o terceiro maior deserto de sal do mundo

Salinas Grandes Argentina Credito Bruna Dinardi

Salinas Grandes, o terceiro maior deserto de sal do mundo, fica entre as províncias de Salta e Jujuy, no norte da Argentina | Crédito: Bruna Dinardi

Purmamarca não é só uma das melhores cidades onde se hospedar em Jujuy: o destino também é um ótimo ponto de partida para Salinas Grandes. A distância pode parecer curta a princípio – algo em torno de 70 km –, mas é preciso cuidado: a estrada sinuosa que conduz até o terceiro maior deserto de sal do mundo exige atenção constante e muita força de vontade, já que parece impossível desgrudar os olhos do cenário à volta. Montanhas e paredões de pedra estão no começo e no fim de cada curva, preenchendo o horizonte com suas cores terrosas e uma vibe que te faz pensar estar em outro planeta.

Em certo ponto, a rodovia (RN-52) alcança 4.170 metros acima do nível do mar – a dica, é claro, é fazer uma parada e tirar uma foto nesse marco. Entretanto, lembre-se: a altitude elevada pode gerar mal-estar, como dor de cabeça e falta de ar. Logo, evite correr e fazer esforço físico e você vai ficar bem, OK?

Salinas Grandes Argentina Credito Bruna Dinardi 2

Quem quiser pode conhecer um pouco melhor do processo de extração do sal em Salinas Grandes, na Argentina | Crédito: Bruna Dinardi

Dica de viagem: 4 desertos para conhecer o quanto antes

O deserto de sal argentino é bem menor do que o Salar de Uyuni, na vizinha Bolívia. Ainda assim, brinda a nossa vista com a sua imensidão branca, que toma conta de tudo e contrasta com o céu em uma brincadeira de cores. São 12 mil hectares de uma beleza toda branca, uma tela vazia para encher de fotos divertidas, uma vez que as perspectivas de tempo e espaço parecem não existir por ali. Em alguns pontos dá pra ver as “piletas de extracción”, aberturas feitas no chão para retirar o sal por meio de piscinas de cristalização. Com o passar do tempo, essas aberturas acumulam sal e voltam a se fechar. Dica: uma das brincadeiras favoritas dos(as) turistas é fazer fotos e vídeos saltando as piletas de um lado ao outro.

Tá a fim de saber como a região de Salinas Grandes se formou? Então anote aí: estima-se que o pontapé inicial tenha sido dado há milhões de anos, a partir da erupção de vulcões. A lava trouxe consigo uma infinidade de minérios, que se espalharam por diversos lugares e que, com uma ajudinha da água e do líquido presente na lava, acabaram criando lagos de proporções gigantescas. Os ciclos de evaporação e deposição da água acabaram formando planícies enormes de sal, ricas principalmente em lítio.

5. Cultura andina: conheça o legado dos Quilmes, em Tucumán

Acima de tudo, o norte da Argentina é uma região que transborda cultura e história. E um ótimo lugar para voltar no tempo é a Ciudad Sagrada de Quilmes, na província de Tucumán. Este sítio arqueológico promove um resgate ao estilo de vida e à força dos Quilmes, uma tribo indígena que resistiu bravamente às invasões dos incas e dos espanhóis. Em 1667, porém, após 130 anos de resistência, foram vencidos pelos europeus e tiveram de encarar uma caminhada de 1,5 mil km até perto de Buenos Aires. Dos cerca de 2 mil Quilmes que partiram, apenas 800 chegaram ao destino final.

Ciudad Sagrada de Quilmes Tucuman Argentina Credito Bruna Dinardi

Vale a pena visitar com calma a Ciudad Sagrada de Quilmes e conhecer a história da resistente tribo indígena | Tucumán, Argentina | Crédito: Bruna Dinardi

Ainda hoje podem ser percorridas a montanha e as ruínas ocupadas pelos 5 mil indígenas há mais de quatro séculos. Contudo, o idioma original, o cacán, se perdeu quase que totalmente, ainda que, atualmente, descendentes da tribo se esforcem para preservar seu legado e seu passado honroso.

Road trip sul-americana: do Chile à Argentina em quatro rodas

Os Quilmes praticavam o culto à Pacha Mama (ou Pachamama), que significa Mãe Terra. Por isso mesmo, quem visita o sítio arqueológico em Tucumán tem a chance de ouvir em detalhes como é feito o ritual à Pacha Mama, que visa pedir proteção e agradecer a fertilidade do solo por meio da oferenda de alimentos e de água. Para coroar, o complexo conta com um museu dedicado a compartilhar a história dos Quilmes. O destaque, no entanto, vai para uma maquete interativa, que representa a montanha e que se ilumina à medida que a narrativa se desenrola.

Outro ponto alto do lugar é um documentário emocionante de 12 minutos, que resume a luta e a bravura dos Quilmes. Detalhe: o áudio está em espanhol e as legendas em inglês para facilitar a compreensão de quem não fala o idioma. Além disso, há guias disponíveis para tirar dúvidas e fazer um tour guiado.

6. Trem para as Nuvens: o nome condiz com a proposta

Tren a las Nubes Salta Argentina Credito Divulgacao

A vista é estonteante do Tren a las Nubes, em Salta, no norte da Argentina | Crédito: Divulgação FonProTur/Fondo de Promoción Turística

Você não leu errado: é Trem para as Nuvens mesmo, já que, em espanhol, o nome original é Tren a las Nubes. Por chegar a 4,2 mil metros de altitude, o nome faz todo o sentido: afinal, ali você está, de fato, mais perto do céu. Em outras palavras, este é um dos trajetos ferroviários mais altos do mundo e uma das atrações mais disputadas por quem vai à Salta.

Frases de viagem: confira opções de legenda para os dias de #TBT

O ponto mais elevado – e, portanto, o mais aguardado pela galera – é o viaduto La Polvorilla. Ali, o trem faz uma pausa de cerca de 30 minutos pra que as pessoas possam desembarcar e curtir a vista. Por ser um point bem movimentado, artistas locais aproveitam para expor (e vender) seu artesanato.

O trem não vai em alta velocidade – são mais ou menos 35 km/hora –, o que permite contemplar com calma as paisagens desérticas pontuadas por montanhas e vilarejos. Não estranhe se você reparar que o trem está andando em ziguezague: é assim que ele vence os trechos mais íngremes.

7. Vai rolar voo direto do Brasil até Salta

Cerro de los Siete Colores Purmamarca Jujuy shutterstock 2059265789

Prepare a câmera: nos arredores de Purmamarca, em Jujuy, região do norte da Argentina, o Cerro de los Siete Colores esbanja beleza | Crédito: Shutterstock

A companhia aérea Aerolíneas Argentinas vai operar voos diretos entre São Paulo e Salta entre os meses de julho e setembro deste ano. Ou seja: você acaba de ganhar mais um supermotivo pra fazer do norte da Argentina o seu próximo destino de férias! As saídas serão às segundas, às quartas e aos sábados, sempre do Aeroporto Internacional de Guarulhos. O voo direto será até Salta, mas, quem quiser, poderá seguir até Tucumán, considerando que o trajeto será Guarulhos-Salta-Tucumán.

Passo a passo: o que fazer quando chegar ao aeroporto
Web check-in: o que é e como fazer

Calma que tem mais boa notícia! Para incentivar as pessoas a conhecerem a bela região, a CVC Corp, o maior grupo de turismo da América Latina, vai ter pacotes exclusivos para o destino, com duração de cinco, seis ou oito dias, no período entre 04/07 e 24/08/2022. Esses pacotes têm tudo o que você precisa: passagens aéreas de ida e volta, hospedagem com café da manhã, transfer de chegada e saída do aeroporto, city tour em Salta e passeios por Salinas Grandes e Cafayate, por exemplo.

Que tal uma viagem para o norte da Argentina, hein?

Pucara de Tilcara Jujuy Credito Bruna Dinardi

A vista é bonita demais da Pucará de Tilcara, a réplica de uma fortaleza do século 15 habitada pelo povo Humahuaca | Jujuy, Argentina | Crédito: Bruna Dinardi

Roteiro de 1 dia em Buenos Aires: o que fazer na capital da Argentina

E aí, se animou a conhecer o norte da Argentina? Difícil dizer não diante de tantos pontos positivos, né? Sendo assim, consulte agora mesmo um(a) agente de viagens e comece a tirar essa trip do papel! Mesmo porque essa é a forma mais segura de viajar: livre de perrengues e com o apoio de um(a) profissional antes, durante e depois do passeio.

Agora, caso já tenha tido a chance de visitar a região, deixe um comentário! Dessa forma você não só complementa o nosso conteúdo, como acaba ajudando a tirar as dúvidas de outras pessoas 😉

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Your compare list

Compare
REMOVE ALL
COMPARE
0