10 destinos de ecoturismo no Brasil

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De caminhadas que passam por paisagens incríveis e terminam em banhos de cachoeira a praias exuberantes para curtir o dia, contemplando ainda florestas, chapadas e rios que são a casa de peixes coloridos e que proporcionam atividades como rafting e boia cross: acompanhe essa lista com alguns destinos perfeitos para quem gosta de natureza e aventura.

 

Bonito, MS

Bonito – Mato Grosso do Sul | Crédito: Shutterstock.com

Um lugar com esse nome só pode resultar em uma viagem de encher os olhos e repleta de cliques maravilhosos. Turistas aventureiros são atraídos pela prática de atividades como trilhas, cavalgadas, mountain bike, arvorismo, rapel, rafting e mergulho. Com sorte, animais como araras, tucanos, peixes diversos, antas, tamanduás-bandeira, macacos-prego e bugios, entre outros, são flagrados durante as saídas. Como forma de preservar toda essa riqueza natural, muitos passeios têm limite diário de visitantes, por isso o ideal é planejar o tour com antecedência.

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Feriado em Bonito, Mato Grosso do Sul

COMO CHEGAR

A cidade conta com um aeroporto regional, mas a forma mais viável – e o que a maioria dos turistas faz – é voar até Campo Grande, de onde se toma um ônibus, van ou se aluga um carro para seguir viagem até o destino.

QUANDO IR

No verão, período de chuvas, as cachoeiras e rios estão mais cheios e a mata adquire um tom verde intenso. No inverno, dá para observar os peixes e curtir o Festival de Inverno.

 

Chapada dos Guimarães, MT

A Cachoeira Véu de Noiva – Chapada dos Guimarães – Mato Grosso | Foto: Shutterstock.com

O município entrou no mapa turístico por conta dos atrativos naturais e da biodiversidade. Localizada no cerrado brasileiro, tem paisagem exuberante, composta por grandes formações rochosas e cachoeiras, servindo de refúgio para mais de 200 espécies de aves e mamíferos como antas, capivaras, lobos-guará, tamanduás-bandeira, morcegos e marsupiais. Foi por conta de tudo isso que, em 1989, houve a criação do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros com o intuito de preservar o ecossistema e os sítios arqueológicos existentes na região.

A Cachoeira Véu de Noiva, de 86 metros, é o cartão-postal da chapada. Além dela, outras quedas d’água, grutas, cavernas e trilhas atraem viajantes em busca de dias em meio à natureza.

Conheça a beleza da Chapada dos Guimarães

COMO CHEGAR

Partindo de Cuiabá, siga pela MT-251. São cerca de 70 quilômetros até a chapada.

QUANDO IR

O destino pode ser visitado o ano inteiro. Vale ressaltar que no inverno há mais ocorrência de neblina.

 

Selva Amazônica, AM

Floresta Amazônica – Manaus – Amazonas | Crédito: Filipe Frazão/Shutterstock.com

Navegar pelo Encontro das Águas dos rios Negro e Solimões, caminhar pela mata, sentir o cheiro das flores, observar jacarés, macacos e aves, nadar com os botos, praticar pesca esportiva, visitar comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas… A Floresta Amazônica definitivamente tem muitos encantos.

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COMO CHEGAR

Viajantes podem optar por descer no aeroporto de Manaus ou realizar cruzeiros fluviais pela Selva Amazônica.

QUANDO IR

O destino pode ser visitado o ano todo. Pela maior incidência de chuva entre os meses de dezembro e maio, os rios se tornam ideais para a navegação. Já a temporada de junho a novembro é perfeita para desfrutar as praias fluviais.

 

Lençóis Maranhenses, MA

Lençóis Maranhenses – Brasil | Crédito: Danielle Pereira

Para conhecer a paisagem composta por dunas e lagoas do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, viajantes podem escolher como base as cidades de Barreirinhas (a maior e com melhor infraestrutura), Atins e Santo Amaro, situadas nos arredores.

No parque, é impossível não se apaixonar pelo cenário de beleza extraordinária. A caminhada sob o sol tem como recompensa banhos refrescantes nas lagoas de água cristalina. Esta é certamente uma viagem para criar fantásticas memórias e fazer registros fotográficos incríveis.

Conheça as paisagens áridas dos Lençóis Maranhenses

COMO CHEGAR

Da capital São Luís pode-se chegar até o destino de carro ou de ônibus. Se for de carro, pegue a BR-135 e a MA-402. O percurso tem 257 quilômetros.

QUANDO IR

As lagoas ficam cheias entre junho e setembro, mas a região oferece atrações em todas as épocas.

 

Jericoacoara, CE

Jericoacoara – Ceará | Crédito: Rosanetur

Cenários estonteantes e a prática de esportes radicais levam vários turistas para Jericoacoara ao longo de todo o ano. Admirar paisagens de encher os olhos, curtir o sol em redes estendidas sobre a água, fazer passeios de buggy e praticar kite e windsurfe são algumas maneiras de passar o dia neste lugar carinhosamente apelidado de Jeri.

A exuberância de Jericoacoara

COMO CHEGAR

O destino conta com aeroporto, que recebe voos diretos das cidades de Campinas (SP) e Recife (PE). As demais rotas incluem somente uma escala. Outra opção, utilizada por muitos turistas, é fazer uma parada em Fortaleza para só depois seguir viagem de carro ou de ônibus pela CE-085.

QUANDO IR

O destino pode ser visitado o ano inteiro. O mês de agosto traz os bons ventos para a prática de kite e windsurfe.

 

Fernando de Noronha, PE

Baía do Sancho – Fernando de Noronha – Pernambuco | Foto: Hans Von Manteuffel

Águas cristalinas, vida marinha riquíssima e uma cena tropical exuberante fazem de Fernando de Noronha um destino perfeito para os amantes de natureza e praticantes de snorkeling, mergulho e surfe. E quem não quer conhecer a praia que já ganhou o título de mais bonita do mundo, a Baía do Sancho?

Lá, a preservação do ecossistema e das belezas naturais é levada muito a sério, tanto que toda a área do arquipélago é dividida entre Parque Nacional Marinho e Área de Proteção Ambiental. Além disso, uma contribuição para a preservação ambiental diária é solicitada aos turistas que visitam o destino.

COMO CHEGAR

O arquipélago conta com aeroporto. Outra opção são os cruzeiros que incluem Fernando de Noronha no roteiro.

QUANDO IR

Entre os meses de agosto e fevereiro o tempo costuma estar mais firme. Caso esteja à procura das ondas perfeitas, os meses de janeiro e fevereiro favorecem a prática dos esportes aquáticos.

 

Chapada Diamantina, BA

Poço Encantado – Chapada Diamantina – BA | Crédito: Leonardo Batista

Caminhadas em meio a cenários deslumbrantes, banhos de cachoeira, espeleoturismo (turismo em cavernas), observação de aves, répteis e mamíferos e lindas fotos: a Chapada Diamantina é o combo ideal para os turismos de aventura e natureza. O destino também abriga atrações históricas e culturais, que remontam à época de extração de ouro e diamante, como as ruínas do garimpo de Igatu e o Museu Vivo do Garimpo.

COMO CHEGAR

Existem voos para Lençóis, na Bahia, porta de entrada para a chapada. Outra opção é pegar um ônibus de Salvador rumo à chapada. De carro, partindo da capital baiana ou da região Centro-Oeste, siga pela BA-242; saindo do Sul, vá pela BA-262 e, em seguida, BA-142.

QUANDO IR

A chapada pode ser visitada o ano inteiro. Nos meses de outono e inverno, por conta da posição do sol, a luz reflete nas águas azuis dos Poços Azul e Encantado, tornando o cenário dessas atrações ainda mais interessante. Entre dezembro e fevereiro, as cachoeiras têm maior volume de água. Junho é mês de São João, celebrado com quadrilhas, comidas típicas e muito forró pé de serra. Em outubro, o Festival de Lençóis celebra música, arte e cultura.

 

Itacaré, BA

Itacaré – Bahia | Crédito: Otávio Nogueira

Fugindo da paisagem típica das praias nordestinas, enfeitadas por coqueiros e dunas, o município de Itacaré parece ter saído do litoral norte paulista: suas enseadas são cercadas por montanhas verdes e formam cenários tão exuberantes quanto o restante da região ou as praias distribuídas pela rodovia Rio-Santos.

Adoradores de mar e sol vão encontrar nesse pedacinho do paraíso o lugar ideal para curtir dias relaxando à beira-mar, bronzeando o corpo, tomando banho de água salgada e praticando atividades na areia.

Descubra Ilhéus, Itacaré e Maraú

COMO CHEGAR

O aeroporto mais próximo está em Ilhéus, a 75 quilômetros. Na cidade, táxis, transfers ou ônibus são opções para chegar ao destino. De carro, vá pela BA-001. Saindo de Salvador, uma ótima alternativa é tomar a balsa até Itaparica e, de lá, seguir pela BA-001.

QUANDO IR

O destino pode ser visitado durante todo o ano. No mês de abril, as chuvas tendem a ser mais intensas.

 

Domingos Martins, ES

Piscina natural Parque Estadual da Pedra Azul | Crédito: Capixava Receptivo

Cidade na região serrana do Espírito Santo, Domingos Martins tem na paisagem e na gastronomia de influência alemã seus pontos altos. A Rota do Lagarto, percurso de oito quilômetros cercado por belos cenários, e o parque da Pedra Azul, onde fica um dos cartões-postais do estado, são os passeios mais populares entre os turistas. Quando a fome bater, aproveite para conhecer um dos restaurantes de cozinha germânica e provar salsichões, chucrute, joelho de porco e, de sobremesa, torta alemã, floresta negra e torta maçã. Cantinas e outros estabelecimentos que servem comida caseira, preparada em fogão a lenha, também são comuns na cidade.  

COMO CHEGAR

Saindo de Vitória, siga pela BR-262 no sentido Vitória – Belo Horizonte. Um total de 49 quilômetros separa as cidades.

QUANDO IR

O destino reserva atrações para o ano inteiro. Em julho, a cidade sedia o Festival de Inverno, no qual bandas, grupos musicais e de dança se apresentam.

 

Foz do Iguaçu, PR

Foz do Iguaçu – Paraná – Brasil | Crédito: Shutterstock.com

Casa das Cataratas do Iguaçu, consideradas Patrimônio da Humanidade, e do Parque Nacional das Aves, refúgio de mais de mil animais resgatados, Foz do Iguaçu é uma ótima pedida para turistas em busca de natureza e aventura. Atividades como rafting, rapel, tirolesa e escalada são praticadas na região do Parque Nacional do Iguaçu. Por fazer fronteira com Argentina e Paraguai, a cidade ainda figura como destino gastronômico e de compras.

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Parque das Aves em Foz do Iguaçu

COMO CHEGAR

O viajante pode aterrissar no aeroporto da cidade ou nas vizinhas Puerto Iguazú, na Argentina, e Minga Guazú, no Paraguai. De carro, o principal acesso é a BR-277, que corta o estado do Paraná. A viagem de ônibus também é uma opção.  

QUANDO IR

Nos meses de verão, as cataratas têm maior volume de água por causa das chuvas. No inverno, elas ficam mais definidas.


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