Observação de baleias jubarte no litoral sul da Bahia

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Entre os meses de julho e novembro, o litoral sul da Bahia se torna ainda mais especial: é quando acontece a temporada de observação de baleias jubarte. Os animais, que no verão se alimentam de krill (pequeno crustáceo semelhante ao camarão) na região gelada da Antártica, procuram as águas tropicais e subtropicais para acasalar e dar à luz durante o inverno e a primavera no Brasil. Vem descobrir tudo sobre este incrível passeio de contemplação!

Parque Nacional Marinho de Abrolhos – ICMBio

Parque Nacional Marinho de Abrolhos – Bahia | Crédito: Shutterstock

Criado em 1983 para preservar a vida marinha da região, o parque é formado por cinco ilhas e protege um banco de corais, peixes multicoloridos, espécies de tartarugas marinhas e aves como o atobá-branco e marrom, além de figurar como a melhor área de observação das baleias jubarte.

O acesso a Abrolhos é feito de barco, sendo a cidade de Caravelas o ponto de partida mais próximo para quem vai explorar as maravilhas naturais que ele abriga. Fora a observação de baleias jubarte, ali é possível praticar mergulho livre (apneia), mergulho autônomo (com o auxílio de equipamento), observação de aves e fazer as trilhas da Ilha Siriba.

Saídas para a contemplação das baleias também partem da Praia do Forte, Morro de São Paulo, Barra Grande, Itacaré e Porto Seguro e geralmente contam com uma parada na sede do Projeto Baleia Jubarte, dedicado a estudar e a proteger o mamífero.

Segurança e responsabilidade

A empresa que oferece o passeio de observação deve portar autorização do Instituto Baleia Jubarte e as saídas devem contar com a presença de um biólogo marinho especialista na atividade. O profissional é quem passa as informações sobre o comportamento dos animais.

Para não estressar os mamíferos, o tempo de contemplação não pode passar dos 30 minutos, e a distância mínima entre a embarcação e as baleias deve ser de 50 metros.

Curiosidades

A gestação dura 11 meses: as baleias acasalam no Brasil, voltam para a Antártica prenhas e lá se alimentam. Depois retornam às águas mornas dos litorais baiano, capixaba e carioca para dar à luz, pois os filhotes não sobreviveriam às baixas temperaturas do Oceano Antártico. Os filhotes nascem com 4 metros e pesando uma tonelada.


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