Lidando com resfriados nas viagens

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Dicas para evitar mal-estar no avião e enjoos corriqueiros

Uma doença muito comum e de curta duração, mas que costuma chatear. Dura, em média, de três a sete dias. Os sintomas são: febre baixa, tosse seca, coriza, muco e congestão nasal, sendo os que mais se destacam.

De modo geral, como se trata de uma infecção leve e benigna, não é preciso se preocupar. As dicas para resfriados são as de sempre: não tomar gelado, boa alimentação, agasalhar-se bem e uma boa hidratação, que é fundamental para ajudar a eliminar secreções que se formam na parte superior do aparelho respiratório.

E como agir em uma aeronave quando se está resfriado ou para evitar o vírus? Embora dificilmente vá ocorrer uma disseminação pelo ambiente de cabine, graças em parte pelo ar mais seco, cuidados como proteger a boca ao espirrar e tossir e lavar sempre as mãos nunca são dispensados.

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Falando em ar seco e frio, levar um agasalho a bordo da aeronave junto aos pertences de mão é sempre uma boa ideia, por conta do ar condicionado do avião. É indicado, ainda, uma boa hidratação, sempre bebendo muita água. Medicações somente devem ser usadas com orientação médica ou, no máximo, aqueles descongestionantes ou antitérmicos de uso já conhecido do passageiro.

O maior problema quanto à pressão interna da cabine durante o voo é quando o passageiro está muito congestionado. Secreções costumam interferir no funcionamento das Trompas de Eustáquio – que são as estruturas que promovem o equilíbrio entre o ar externo ao tímpano e o ar presente internamente no ouvido. O funcionamento inadequado destas estruturas pode provocar surdez temporária ou mesmo fortes dores de ouvido devido ao abaulamento da membrana timpânica.

Como regra geral, voar enquanto estiver resfriado forte deve ser evitado, se não for possível, descongestionantes são indicados. Descongestionantes orais tem se mostrado mais eficazes que tópicos, claro, sendo que o uso dos orais não é permitido para pilotos e/ou tripulação. A vantagem dos tópicos é não causar sonolência. A “manobra de Valsalva”, que consiste em fechar a cavidade oral e nariz com as mãos e assoprar para forçar a abertura das trompas de Eustáquio, também é válida desde que treinada anteriormente. Ela é muito usada por mergulhadores.

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No caso de diminuição da audição ou mesmo dor por dificuldade de equalização do ar, deve-se estimular a deglutição: beber algum líquido, chupar bala, mascar chiclete, abrir a boca como se estivesse bocejando, ajudam a passagem do ar.

As pessoas mais sensíveis a alergias e ambientes com ar frio e seco são as que mais irão sentir as alterações. Não podemos esquecer que quando viajamos, além do avião, estamos sujeitos a locais com presença maciça de ácaros e fungos, como banheiros e quartos de hotéis, e ar-condicionado com manutenção deficiente em seus filtros. É aconselhável, quando possível, escolher quartos com exposição maior à luz solar, boa ventilação e andares superiores para poder deixar abertas janelas ou varandas. Repetindo, levar a medicação que já está acostumado é fundamental para ter uma boa viagem sem que um simples resfriado estrague seus planos.

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