Conheça a beleza sem fim de Andaluzia

Sevilha - Andaluzia

Sul da Espanha, resquícios dos mouros aqui e ali. Terra onde o sol brilha forte no verão e, no inverno, ilumina suavemente as fortalezas, residências reais, mesquitas, jardins e charmosas ruelas, amenizando o frio encontrado nos demais países da Europa e realçando a beleza de uma região ainda desconhecida por muita gente. Esta é Andaluzia, uma grata surpresa para quem resolve apostar em um roteiro sem as tradicionais Madri e Barcelona.

O destino é fabuloso, que abriga algumas das principais cidades espanholas: Sevilha, Córdoba, Málaga e Granada. São diversos atrativos para explorar em cada uma delas e que, com certeza, vão cativar você. Conheça um pouco de cada uma delas:

Sevilha, a charmosa capital

O passeio pela Andaluzia começa com uma informação importante. Você sabia que Sevilha é a capital da região? Sim, e este é um motivo a mais para visitá-la. Por ter sofrido a influência de muitos povos, principalmente árabes, cristãos e judeus, a cidade é um legítimo espelho do passado, exibindo, orgulhosa, os traços arquitetônicos que, de século em século, ajudaram a escrever sua história. Quer um exemplo? O Real Alcázar, palácio que ainda hoje serve de morada para o rei da Espanha quando ele pernoita no destino, mescla, do chão ao teto, elementos românicos, góticos, muçulmanos e cristãos.

Córdoba: encantos que transcedem o tempo

Cento e quarenta e três quilômetros adiante está a cidade de Córdoba. Fundada pelos romanos, dominada pelos árabes, a cidade é um charme só; um misto de passado e presente, estruturas magníficas e mesas fartas. Ao passar por lá, não deixe de experimentar as tapas, os irresistíveis aperitivos servidos em bares e restaurantes que caem bem com qualquer bebida.

Flamenquín, salmorejo, mazamorra, pastel cordobés… delícias regionais não faltam, e não é por acaso que as refeições estão entre os momentos mais aguardados do dia. Escolha um dos inúmeros empreendimentos gastronômicos do destino e veja o tempo passar devagar.

Granada, a mais árabe de todas

História, cultura ou arquitetura? A bela Granada, mais uma obra-prima da região da Andaluzia, é a combinação perfeita das três. O domínio islâmico prevaleceu ao longo de 781 anos, mas, mesmo hoje, mais de cinco séculos depois da chegada dos cristãos, é fácil perceber o legado árabe deixado em vários pontos do destino.

É a cidade espanhola em que a influência moura se faça mais presente. Um dos pontos turísticos mais frequentados demonstra bem isso: Alhambra. Este majestoso complexo reúne palácios, fortalezas e lindos jardins, foi idealizado em 1237 como um vilarejo. A tradução ao pé da letra significa “a vermelha”, cor de suas muralhas, que podem ser avistadas de longe emoldurando o horizonte.

Málaga: amor à primeira vista

Málaga é a cidade das referências: terra natal de Pablo Picasso, do saboroso vinho Moscatel, do céu ensolarado, que pinta de azul a rotina de habitantes e visitantes mais de 300 dias ao longo do ano. Nenhuma outra poderia ser a pérola da Costa del Sol, nome atribuído à zona turística entre os municípios espanhóis de Nerja e Manilva, somando 160 km de deslumbrante litoral.

Vibrante e cosmopolita está sempre presente na lista dos lugares mais procurados da Europa e é o ponto de partida ideal para chegar às demais cidades da Andaluzia. Cair de amores pelo destino é sempre uma opção. Para quem não têm tempo a perder, a prioridade é a fortaleza Alcazaba, construída no século 11 a mando do rei muçulmano Badis, de Granada, e que protegia a região de ataques piratas.

Ronda, a cidade suspensa no ar

Se você é daqueles que não dispensa um bate e volta em hipótese alguma, deixe Ronda fora do roteiro. Esta encantadora cidadezinha, com pouco mais de 36 mil habitantes, está a menos de 100 km de Málaga e não deixa a desejar em termos de graciosidade e atrativos. Acredite: quem viaja para lá não a esquece jamais. Afinal de contas, é difícil deixar para trás a lembrança de um lugarejo rodeado por montanhas e localizado na pontinha de um desfiladeiro. Isso mesmo, Ronda está situada sobre uma rocha de proporções excepcionais, a quase 800 metros acima do nível do mar, parte de sua estonteante beleza pode ser atribuída ao curso do Rio Guadalevín, que ajudou a esculpir uma fenda, chamada pelos moradores de El Tajo, e dividiu o destino em dois.

 

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