Para onde viajar no inverno no Brasil: 6 destinos para curtir o frio no Sul e no Sudeste

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Pedra Furada, em Urubici (SC)

As temperaturas mais baixas no Sul e no Sudeste durante o inverno convidam a subir a serra e curtir os dias ensolarados e as noites geladas em pousadas e hotéis aconchegantes.

Para te inspirar, selecionamos seis destinos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais para você ter sua viagem de inverno dos sonhos. Quem estiver com crianças pode aproveitar as férias escolares de julho para conhecê-los.

E não se esqueça: um agente de viagens pode organizar a sua viagem e conseguir as melhores tarifas em passagens aéreas e hospedagens.

Para onde viajar no inverno no Brasil: 6 destinos no Sul e no Sudeste para curtir o frio

Gramado (RS)

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O charmoso centro de Gramado

Principal destino da Serra Gaúcha, Gramado agrada a todos os públicos. Ao mesmo tempo que é muito romântica, tem vários atrativos voltados para famílias com crianças. Quem viaja a dois encontra pousadas charmosas com atendimento cheio de mimos e restaurantes com jantares à luz de velas. Entre os passeios, os casais gostam de visitar o Lago Negro, o campo de lavandas do Le Jardin, a Fonte do Amor Eterno, ao lado da Igreja de São Pedro, e o Belvedere Vale do Quilombo. Para as famílias, há pequenos resorts com monitores e muitas áreas de lazer e hotéis de médio porte com piscina e kids club. Grandes restaurantes com pratos bons para dividir e os famosos cafés coloniais são ideais para as crianças. Snowland, Acquamotion, Mini Mundo e Gramadozoo encabeçam a lista de parques para serem vistos com crianças. Mas a viagem só fica completa depois de visitar as fábricas de chocolate.

 

Cambará do Sul (RS)

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O impactante Cânion da Fortaleza, em Cambará do Sul

Dois cânions completamente diferentes, localizados em dois parques nacionais geminados, são os principais protagonistas do turismo de Cambará do Sul. No Parque Nacional de Aparados da Serra está o Cânion do Itaimbezinho, que tem um paredão com cachoeiras. Há duas trilhas fáceis na parte de cima e uma por dentro do cânion, atravessando o Rio do Boi. No Parque Nacional da Serra Geral, o gigante Cânion da Fortaleza impressiona pelos 8 km de extensão e 940 m de profundidade – aproveite para conhecer a Cachoeira Tigre Preto, a 40 minutos de caminhada. No centrinho de Cambará, pousadas e restaurantes se concentram ao longo da Avenida Getúlio Vargas. Nessa época do ano vai bem uma fondue ou uma receita de pinhão com um vinho.

 

São Joaquim (SC)

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Quem viaja para São Joaquim espera ver esse cenário

O personagem mais importante da mais famosa cidade da serra catarinense é o termômetro da praça principal. Quanto mais baixa é a temperatura mostrada, mais gente sobe a serra em busca da possibilidade de ver a neve – ou uma geada. O frio é o motivo maior da viagem, mas São Joaquim tem algumas boas atrações. Além do tour muito bem guiado, a Vinícola Villa Francioni produz excelentes vinhos que podem ser degustados durante a visita. O divertido Snow Valley é um parque de aventuras com trilhas em meio a um bosque de araucária e xaxim – arvorismo, tirolesa e muro de escalada também são praticados por lá. A 55 km, vale dar um pulo em Bom Jardim da Serra para ver o impressionante mirante da Serra do Rio do Rastro. O lençol térmico é um item que faz sucesso na hotelaria local.

 

Campos do Jordão (SP)

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Horto Florestal: bom lugar para caminhar entre as araucárias

As férias de julho em Campos do Jordão são embaladas pela música. Durante todo o mês, o Festival de Inverno ocupa o Auditório Claudio Santoro e palcos distribuídos pela cidade para apresentações de música clássica – artistas do mundo inteiro dão as caras por lá. Um outro gênero – o eletrônico – atrai a moçada mais nova. Algumas baladas paulistanas sobem a serra e se mudam para a cidade em julho. E ainda há uma porção de atrativos nos arredores. O Parque Amantikir tem 26 jardins temáticos e cerca de 700 espécies de plantas. Do outro lado da cidade, o Parque Estadual de Campos do Jordão (Horto Florestal) oferece trilhas fáceis para caminhada. Nova atração da cidade, a Romantik Dalen é uma ponte decorada com guarda-chuvas, muito instagramável. À noite, o movimento converge para os restaurantes da Vila Capivari.

Visconde de Mauá (RJ/MG)

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Vista panorâmica de Visconde de Mauá

A chegada a Visconde de Mauá é espetacular por natureza. Após vencer as montanhas da Mantiqueira, alcança-se o Alto da Serra, a 1.300 m de altitude, onde um mirante exibe a imagem de um lindo vale em meio às montanhas. Mais 4 km descendo a serra e o bucólico vilarejo de Visconde de Mauá, às margens do Rio Preto, aparece. Na cidade, pousadas oferecem quartos com lareira e enxovais fofos e restaurantes servem ótimas receitas para esquentar acompanhadas de vinhos. E ainda há inúmeras atrações naturais pela região, como poços de águas cristalinas, cachoeiras, corredeiras e picos. O Rio Preto divide Rio de Janeiro e Minas Gerais e o vilarejo se divide em três vilas: Visconde de Mauá, Maringá (que reúne o maior número de pousadas e restaurantes) e Maromba.

 

Gonçalves (MG)

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Gonçalves é um reduto de tranquilidade na Serra da Mantiqueiracrédito: Matheus Vizel/Shutterstock

Os atrativos naturais dessa encantadora cidade mineira estão bem distribuídos por toda a grande área da cidade. As cachoeiras das Sete Quedas, do Retiro e do Cruzeiro ficam próximas do centro e uma das outras. O banho é gelado até no verão, mas elas rendem boas fotos. Quem gosta de uma vista panorâmica de 360º, encontra-a no topo das pedras do Forno e de São Domingos, acessadas por caminhadas moderadas. Na área rural de Gonçalves há vários agricultores orgânicos, cujos produtos são consumidos nos restaurantes locais. Entre as lojinhas mais bacanas da cidade, A Senhora das Especiarias vende antepastos e doces e o Bar do Marcelo (que não é um bar) tem centenas de rótulos de cachaça. Apesar de pertencer a Minas Gerais, fica a apenas 220 km da capital paulista.