Machu Picchu: história e misticismo peruanos

Crédito: Shutterstock

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No topo da montanha tinha uma pedra. Aliás, uma não; inúmeras pedras que, graças a um moderno sistema de encaixes, sem o uso de cimento ou argamassa, deram origem a uma cidade surpreendente, erguida por uma civilização secular.

Situada a mais de 2,4 mil metros de altitude e rodeada por mistérios, que vão desde sua data de fundação (estimada no século 15) até sua efetiva função política, religiosa e/ou administrativa dentro do Império Inca, Machu Picchu ainda hoje segue com uma aura de esoterismo e aventura que a tornam única. E é dela que o Segue Viagem fala a seguir!

CAÇA AO TESOURO

Descoberto pelo explorador norte-americano Hiram Bingham em 1911, o destino peruano acumula prestígios: foi tombado como Patrimônio da Humanidade pela Unesco e eleito uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Guardando tesouros histórico-culturais de valor inestimável, é na chamada cidade perdida dos incas que se tem início uma fantástica viagem no tempo – e até mesmo chegar lá é uma experiência interessante.

Tendo Cusco como principal ponto de partida, a maioria dos viajantes segue rumo a Machu Picchu dali, seja a pé ou sobre trilhos. Isso porque dá para fazer o caminho de trem até o povoado de Águas Calientes, que serve de base para os turistas, ou por meio das numerosas trilhas espalhadas pela região, como é o caso da Trilha Inca. Se interessou pela segunda opção? Então a gente compartilha com você algumas informações importantes: a trilha segue a estrada de Qhapaq Ñan (ou, em português, Caminho Real) e pode ser feita da maneira clássica, completada em quatro dias, ou curta, concluída em dois. Ambos os percursos são marcados por atrativos arqueológicos e naturais que sinalizam a beleza que está para chegar.

UM ROTEIRO SAGRADO

Definida a rota de acesso, chegou a hora de se maravilhar com as obras de arte apresentadas sob a forma de incontáveis ruínas que este cobiçado cantinho do Peru tão orgulhosamente exibe para o mundo inteiro. Ali algumas paradas são obrigatórias! Os nomes podem ser complicados em um primeiro momento, mas a gente garante que não vão decepcionar: Intipunku, entrada oficial chamada também de Portal do Sol; Setor Nobre, onde ficavam as residências dos governantes incas; os templos do Sol e das Três Janelas; e a internacionalmente conhecida montanha Huayna Picchu, que estampa os cartões-postais e é uma bela representante do lugar.

MAS ANTES DO #PARTIU…

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 É preciso respeitar algumas regrinhas básicas para conhecer Machu Picchu:

– como o número de visitas é limitado, os ingressos devem ser reservados com dia e hora marcados. E lembre-se: há dois turnos específicos para a entrada, sendo um das 6h às 12h e outro das 12h às 16h30, os quais vêm impressos na parte superior do ticket;

– além da quantidade de pessoas, o tempo de permanência é restrito a quatro horas;

– após o término do tour, o retorno ao parque é proibido. Só é possível regressar mediante a apresentação de um novo ingresso e dentro do horário permitido;

– ao optar pelo acesso à montanha Huayna Picchu ou à montanha Machu Picchu, é necessário atentar-se aos horários de entrada e de retorno definidos no momento da compra;

– o passageiro vai para Machu Picchu pela primeira vez durante a viagem? Então é obrigatória a presença de um guia, que acompanha grupos de até 16 pessoas. Agora, se for a segunda vez no destino, a subida às montanhas Machu Picchu e Huayna Picchu pode ser realizada por conta própria desde que seja apresentado o ticket da primeira entrada.

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